Avançar para o conteúdo principal

Será desta?

Bruno de Carvalho e Jorge Jesus estão a ficar com um espaço de manobra muito reduzido no Sporting. Mais um ano com zero resultados e a paciência de sócios e simpatizantes do clube esgota-se, assim como se esgota o dinheiro para compras. Desde que Jorge Jesus chegou a Alvalade que a compra de atletas novos tem feito as delícias dos empresários. Contudo, ano após ano, de todos os novos jogadores apenas um ou dois são efectivamente reforços. Todos os outros são para esquecer, não chegando sequer aos calcanhares dos miúdos da formação leonina sistematicamente preteridos por Jorge Jesus. E este ano não será diferente, com a dispensa, a título definitivo, de alguns desses jovens futebolistas que, para agarrarem definitivamente os lugares na equipa principal de futebol do Sporting só precisavam de minutos de jogo. Como vai longe o plano inicial de Bruno de Carvalho, aposta nos atletas da formação leonina que encantaram com Leonardo Jardim e que estiveram na disputa do título de campeões nacionais quase até ao fim com Marco Silva!

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Desculpas esfarrapadas

Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

Um fiasco

O programa de ajustamento português foi um sucesso para todos menos para os portugueses. Recuamos 10 anos, a banca portuguesa está, globalmente de tanga, a economia não há meio de arrancar, as reformas, necessárias, ficaram todas por fazer. Numa palavra, a austeridade a velocidade de cruzeiro revelou-se um verdadeiro fiasco. Apesar disso, a Comissão Europeia continua a insistir na mesma tecla. Exige que Portugal atinja um défice de 2,3% do PIB este ano, valor que fica quatro décimas abaixo da estimativa de 2,7% que Bruxelas tem actualmente para as contas públicas portuguesas. O que, por muito que o governo e os partidos de esquerda que o sustentam esperneiem, implicará adoptar medidas adicionais correspondentes a 0,4% do PIB, qualquer coisa como 730 milhões de euros. Já escrevi e faço-o mais uma vez: Bruxelas está a apostar as fichas todas na queda do governo. Poderá demorar mais ou menos tempo, mas os burocratas da CE sabem que, exigindo o absurdo, um dia verão o PCP e o BE deixar...

Caloteiros!

Dar o que é dos outros, nunca custou nada a ninguém. É o caso do Governo que ainda não pagou os manuais escolares oferecidos aos alunos do 1º ciclo do ensino básico. As livrarias, grandes e pequenas, que disponibilizaram (isto é, pagaram às editoras e ofereceram aos alunos) os manuais continuam à espera que o Governo cumpra o prometido. E ao que tudo indica, a data para a liquidação das dívidas é incerta. Única certeza, não será neste ano civil. Percebes agora como é que o défice tem descido tanto? O Governo não paga a quem deve!