Afinal em que ficamos?
Ainda a tinta das conclusões da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) ao buraco da CGD (para quem não saiba, a referida CPI concluiu que a responsabilidade foi, única e exclusivamente, da crise, ilibando a gestão da CGD) mal tinha secado, e eis que o Ministério Público vem dizer que desconfia que houve gestão danosa no banco público, nomeadamente, na concessão de créditos a certos clientes e posterior encobrimento das situações de incumprimento desses mesmo clientes. Afinal em que ficamos? Pelo menos uma das partes estará enganada relativamente às conclusões ou às suspeitas. Seria bom esclarecer-se o assunto, pois a "conta" vai ser (mais uma vez) dolorosa para os contribuintes!
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