Portugal fechou os jogos de preparação para a fase final do Euro com uma goleada das antigas, um exagero que se dispensava. Exagerou na exibição, exagerou nos golos marcados, exagerou nas expectativas que criou. Ricardo Quaresma foi, sem sombra de qualquer dúvida, a figura do jogo. Abriu o livro e foi o que se viu (se ainda houver alguém, Pinto da Costa incluído, que pense que Lopetegui percebe alguma coisa de futebol, é favor explicar a sua dispensa do plantel do Porto). Os exageros, normalmente, fazem mal à saúde (e não só). Espera-se que, apesar da goleada das antigas, os jogadores (e a equipa técnica) mantenham as botas no relvado. Ainda não está nada ganho e, oxalá, os golos marcados à Estónia não nos venham a fazer falta!
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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