Por muito que Mário Centeno se esforce, e tem-se esforçado muito, não há forma de Bruxelas gostar do "reportório" do governo português. O que Bruxelas parece andar a dizer é "tocas bem, mas não me alegras". Longe vão os tempos em que Portugal, pela voz do seu governo, tocava afinadinho com Bruxelas a cantiga da austeridade. Desde que os artistas são outros, e que a música também é outra, não param as pressões e os recados de Bruxelas. Até parece que eles estão apostados em fazer com que a "banda" se separe (leia-se, fazer com que os partidos que sustentam o governo no Parlamento se desentendam)!
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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