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Falha de memória


Historiando, Mário Centeno, em Abril, afirmou no Parlamento que o financiamento do Santander ao Estado português (compra de dívida no valor de 1.800 milhões de euros) tinha sido negociado posteriormente à resolução do Banif comprado pelo Santander. Segundo se tinha entendido na altura, uma coisa nada tinha tido a ver com a outra, tinha-se tratado de uma vulgar operação de mercado. Ora, segundo António Vieira Monteiro, presidente do Santander, essa opção já estava prevista no âmbito do processo de resolução do banco madeirense. Enfim, uma falha de memória totalmente compreensível e aceitável, tantas têm sido as reuniões em que Mário Centeno tem participado desde que assumiu funções governativas! Futuramente, para evitar situações semelhantes, aconselha-se o Sr. Ministro a levar uma estenógrafa para secretariar as reuniões.

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