Durante 37 anos à frente dos destinos do Governo da Região Autónoma da Madeira, Alberto João Jardim era, incontestavelmente, um dos grandes animadores da vida política nacional. Com a sua retirada da cena política activa, ficou um enorme vazio que, apesar de algumas tentativas, nunca mais ninguém conseguiu preencher. Com a recente publicação da sua autobiografia, João Jardim entra, novamente, pela porta principal da política portuguesa, revelando e esclarecendo algumas das muitas polémicas em que esteve envolvido. A não perder!
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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