Um bebé de três meses foi convocado para um interrogatório na embaixada dos Estados Unidos em Londres depois de o seu avô se ter enganado a preencher um formulário de autorização de voo e o ter identificado, por engano, como terrorista. A família só se apercebeu do erro quando a viagem do bébé veio rejeitada. Para haver autorização, o bébé (e a família) teve de se deslocar a Londres para prestar depoimento! Ao que chega a paranóia securitária! Então não dava para perceber, de imediato, que se tratava de um engano e que o indivíduo em causa (relembrando, um bébé com três meses de idade) de "terrorista" só se fosse umas birras para não dormir a sesta? Por outro lado, cabe na cabeça de alguém que um verdadeiro terrorista ao preencher um formulário de candidatura a um voo para os Estados Unidos se assuma como tal?
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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