Segundo o Jornal de Negócios, caso o Novo Banco não seja vendido até ao final do ano, terá de reduzir mais 500 postos de trabalho por exigência de Bruxelas. Sem o saber, Bruxelas descobriu a solução para o problema. Basta atrasar-se a venda do banco e, por cada atraso de três meses, despedir 500 trabalhadores. Desta forma, dentro de algum (pouco) tempo teremos um banco sem dinheiro e sem trabalhadores, o que, provavelmente, atrairá algum investidor chinês disposto a comprar as agências para abrir uma cadeia nacional de lojas dos trezentos. Se mesmo assim a venda falhar, há ainda uma outra alternativa: entregar a venda do banco à Remax, poupando dessa forma os 30.000 euros mensais pagos a Sérgio Monteiro, desde Novembro de 2015, para liderar a venda do Novo Banco.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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