Durante muito tempo apostei em João Galamba como o futuro líder do PS. Mas no recente Congresso do PS, Galamba passou de porta-voz do PS a sem voz: foi anunciado que Maria Antónia Almeida Santos seria a sua sucessora e Galamba nem sequer discursou no Congresso. Em contrapartida, emergiu um novo nome, Pedro Nuno Santos. A ambição de suceder a Costa é muita e não disfarçada. Um único problema: como a palavra reforma parece não fazer parte do dicionário de Costa, Pedro Nuno Santos vai ter de esperar alguns anos até chegar (se nada acontecer) ao cargo que ambiciona.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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