Algumas das maiores empresas norte-americanas, que são também das maiores do mundo no respectivo sector, nadam, literalmente, em dinheiro fora dos Estados Unidos. Anos e anos de lucros conseguidos fora do país por lá ficam porque a maior economia do mundo é também aquela onde os impostos para repatriar lucros conseguidos no estrangeiro são mais elevados. Donald Trump está a tentar inverter a situação, planeando uma grande descida de impostos para incentivar as empresas a repatriarem o dinheiro. Segundo a Business Insider, em 2016, foram reportados pelas empresas mais de dois biliões de dólares de lucros no estrangeiro, sendo as dez mais: (1) Microsoft 124 mil milhões de dólares, (2) Apple 109.8 mil milhões, (3) Pfizer 86 mil milhões, (4) General Electric 82 mil milhões, (5) IBM 71.4 mil milhões, (6) Johnson & Johnson 66.2 mil milhões, (7) Cisco Systems 65.6 mil milhões, (8) Merck 63.1 mil milhões, (9) Alphabet (dona da Google) 60.7 mil milhões e (10) Exxon Mobil 54 mil milhões. Trump agradece pois está um pouco "short cash" para manter o país a funcionar e construir o muro ao longo da fronteira com o México.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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