Chega ao fim, sem honra nem glória, o mandato presidencial de François Hollande. Hollande chegou ao poder a carregar sobre os ombros a esperança de uma Europa subjugada ao jugo alemão. Mas essa esperança rapidamente desapareceu. Ainda mal tinha sido eleito e já voava para Berlim para o beija-mão da chanceler alemã. Depois, uma série de erros e de catástrofes levaram-no à decisão inédita de não se recandidatar a um segundo mandato. Seguramente, desde a implantação da V República em França, o pior presidente de que há memória.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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