Portugal joga mais logo contra o País de Gales, uma das equipas sensação deste europeu. Ainda sem nenhuma vitória no tempo regulamentar (esta circunstância, provavelmente inédita, está a ser explorada por alguma imprensa no sentido de que Portugal já devia ter arrumado as botas, mas, ao que parece, isso é o lado para onde Fernando Santos dorme melhor), a equipa nacional está a 90, 120 ou 120 minutos mais uns pontapés de atingir a tão almejada final. Se o resultado fosse directamente proporcional ao valor do plantel, o assunto estaria mais do que arrumado. Como não é (o País de Gales está farto de o demonstrar) e como os excessos de confiança pagam-se caro, logo precisamos de uma selecção de fato macaco e camisolas suadas como se a vida deles dependesse disso.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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