Só Pedro Passos Coelho (e mais alguns do PSD) é que não vê problema nenhum na ida de Durão Barroso para o Goldman Sachs (à semelhança do que aconteceu com Maria Luís, mas isso não passa de um pormenor), mas o que é facto é que a vida custa a todos. Durão Barroso terá feito contas e chegou à conclusão que 367 mil euros em subsídios, um salário extra de 25 mil euros (que recebeu quando abandonou a presidência da Comissão Europeia), mais 11 mil euros mensais de pensão vitalícia não lhe chegavam para levar uma vida livre de preocupações!
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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