Rovisco Duarte, Chefe do Estado-Maior do Exército, não resistiu a 48 horas do novo Ministro da Defesa, João Gomes Cravinho. Apresentou a sua demissão, justificando-a com o momento político, sinal evidente do "empurrão" dado por João Gomes Cravinho. Também, diga-se, dadas as contradições do roubo e posterior aparecimento das armas de Tancos, era uma questão de (mais ou menos) tempo.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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