Decorrido o primeiro terço do campeonato, Sérgio Conceição é, de momento, o grande protagonista. Superando todas as expectativas, soube construir uma equipa que impressiona pela velocidade colocada na circulação da bola e numa vontade férrea de chegar rápido e com muitos jogadores à zona de finalização. Algo que os adeptos portistas julgavam perdido para sempre. Mas os homens não são máquinas e o plantel colocado à disposição de Sérgio Conceição é curto para as competições em que o FC Porto está envolvido. Não chega transfigurar jogadores de patinhos feios em zorros (sem capas) mas com espadas (apenas um exemplo, Herrera). É preciso haver banco, fazer a gestão do esforço dos atletas (algo de que Jorge Jesus já se está a queixar). Talvez Janeiro lhe traga os reforços que não teve no defeso.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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