Sessenta anos depois, a selecção italiana de futebol falha a presença na final do Campeonato do Mundo e Gianluigi Buffon, capitão dos transalpinos e um dos melhores guarda-redes de sempre, despediu-se da "squadra azzurra" em lágrimas. Mas não sem antes ter dado (mais duas) manifestações de desportivismo. Num mundo perfeito (ou pelo menos mais justo), independentemente do desempenho da Itália, Buffon despedir-se-ia da alta roda do futebol mundial na próxima fase final (Rússia, 2018). Seja quem for o senhor que se segue na baliza da Itália, não vai ser fácil estar à altura da herança deixada por Buffon!
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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