O Sporting nos dois últimos jogos oficiais marcou 10 golos, quando com apenas dois teria atingido os mesmos objectivos: os três pontos em Guimarães e o acesso à Liga dos Campeões. Houve, portanto, um desperdício de oito golos que bem falta virão a fazer. Senão vejamos: já se adivinhava que o Sporting seria a equipa portuguesa com o sorteio mais complicado na Liga dos Campeões. Colocado no pote 4, apanharia, pelo menos, dois "tubarões" e, se tivesse azar, mesmo a equipa do terceiro pote poderia ser um osso duro de roer. Pois bem, confirmaram-se os piores receios: Juventus e Barcelona (mesmo com feliz conjugação dos astros, equipas fora do alcance dos leões) e o Olympiacos, crónico campeão grego, equipa habitualmente aguerrida e difícil de bater. E é aqui que entra matemática dos golos desperdiçados. Com uma pontinha de sorte, os oito golos desperdiçados seriam suficientes para assegurar três vitórias nos jogos em Alvalade.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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