O Faísca nasceu no dia 21 de Janeiro de 2003. Veio pequenino para casa e cresceu forte e saudável. Desde muito novo manifestou possuir um espírito independente e rebelde. Sempre que apanhava o portão aberto, escapava e ia dar uma volta. Voltava ao fim de algum tempo, algumas vezes um dia ou dois. Até ao dia em que em que isso não aconteceu. Fartei-me de dar voltas à sua procura e nada. Cerca de 15 dias depois, quando eu já pensava que não mais o veria, apareceu em casa muito magro. Mas a experiência deve ter sido compensadora. Assim que recuperou, continuou a sair sempre que apanhava o portão aberto. Só que deixei de me preocupar. Ele regressava sempre. Destemido e muito territorial, ladrava sempre que alguém se aproximava de casa. Não podia ver gatos e os gatos dos vizinhos (havia alguns) rapidamente perceberam que passear no terreno da minha casa não era nada recomendável para a saúde deles. Só tinha medo de trovões e de foguetes. Morreu ontem, dia 19 de Agosto de 2017.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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