Como em tudo na vida, há competentes e incompetentes. Eduardo Cabrita, na qualidade de Ministro do Governo de Portugal, é o exemplo da incompetência absoluta. É incompreensível a teimosia da António Costa em manter um Ministro "morto" no seu Governo. Sempre que Cabrita abre a boca em sua defesa, ou sai asneira ou mentira. A última veio a propósito dos festejos do título do Sporting. Ao contrário do que Cabrita disse, o Ministério da Administração Interna ignorou durante dois meses o pedido do Sporting e Cabrita assinou um ofício no qual aceitou que os festejos do título avançassem com a solução acordada entre o clube e a Câmara de Lisboa, solução essa desaconselhada pela Direcção-Geral de Saúde e pela PSP. Mais uma vez, como as coisas correram mal, Cabrita não perdeu tempo a "sacudir a água do capote". Já não há pachorra!
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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