A Holanda, mesmo hoje, não passa de um país de piratas, atraindo para o seu território as sedes das multinacionais a troco de impostos bem mais baixos do que pagariam em qualquer outro país. Dito por outras palavras, continuam a viver à custa do que "roubam" aos outros países. Enquanto a esmagadora maioria dos países está disposta a flexibilizar ao máximo as condições de acesso às linhas de crédito do fundo de resgate da Zona Euro, garantido que a austeridade não seria a moeda de troca, Haia continua a insistir que algum tipo de condição deve haver e que tem de ficar claro que os países que recorrerem a estes empréstimos, no futuro, devem tomar medidas para voltar ao caminho da sustentabilidade. A recessão, ao virar da esquina, será bem mais dolorosa do que a de 2008 e não é motivada por endividamento excessivo de qualquer país. Ao bloquear, sistematicamente, uma resposta europeia à crise que já se vive, a Holanda parece querer ficar para a História como o "coveiro" da União Europeia.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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