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Costa I, o Habilidoso

 

Chegou a secretário-geral do PS em 2014, depois de contestar a liderança de António José Seguro por, supostamente, ter ganho as eleições europeias desse ano por "poucochinho". Logo de seguida, em 2015, perde as legislativas para Passos Coelho, apesar dos anos de chumbo da "troika". Sobrevive, politicamente, graças aos acordos celebrados com o Bloco de Esquerda e com a CDU. Desde então, tem enchido a boca com o "fim da austeridade", apesar da carga fiscal que incide sobre os portugueses não ter parado de crescer. Nas autárquicas de 2021, aproveitou o PRR para fazer campanha pelo PS, passando a ideia de que PRR e PS eram sinónimos. Finalmente, em 2022, desencadeando, artificialmente, uma crise política, chega à maioria absoluta. Sete anos de governação socialista depois, com orçamentos de austeridade encapotada, carga fiscal sem paralelo, sem qualquer reforma que torne Portugal mais próspero, sempre que algo corre mal, a culpa continua a ser de Passos Coelho.

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