Neto de Moura, o controverso juiz-desembargador do Tribunal da Relação do Porto, resolveu abrir guerra contra alguns dos seus mais mediáticos críticos, Ricardo Araújo Pereira, Bruno Nogueira, Mariana Mortágua ou Joana Amaral Dias, para apenas citar alguns dos nomes visados. Celebrizado pelos seus acordãos sobre casos de violência doméstica e agressão a mulheres, Neto de Moura, sentindo-se ofendido na sua honra pessoal e profissional, avança com acções cíveis de milhares de euros, pois, na sua opinião, os seus críticos ultrapassaram, largamente, os limites da liberdade de expressão. Um caso a seguir com atenção.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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