14 jogos depois, José Peseiro foi sacrificado à crise do Sporting. Já se sabia que Peseiro era um técnico a prazo. mas não é desta forma que o clube de Alvalade vai regressar aos dias de glória. Despedir treinadores para esconder problemas mais graves, apenas prolonga a agonia dos clubes, aumenta a instabilidade e quem lhe suceder já sabe que ocupa o lugar com um machado sobre a cabeça, o que também não será o melhor ambiente para trabalhar e construir, pacientemente, uma equipa ganhadora.
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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