Pedro Passos Coelho deixou a liderança do PSD e abandonará o cargo de deputado no dia 28 deste mês. Mas, ao contrário do que a imagem possa sugerir, não é para se dedicar aos copos e mulheres que, segundo Dijsselbloem, ex-Presidente do Eurogrupo, faz parte do ADN do género masculino dos povos do sul da Europa. Passos Coelho vai dedicar-se, entre outras coisas, à vida académica e está a ultimar um livro sobre os seus dias de governação. Politicamente falando, esta retirada de cena trata-se de um adeus ou até um dia destes?
Passado todo este tempo, é altura de o Governo mudar de discurso. Atirar culpas para o Governo anterior já só serve para crentes que queiram mesmo acreditar. Acontece é que há uma série de incompetentes à frente dos destinos deste país, entre os quais a Ministra da Administração Interna (MAI). Aquando da tragédia de Pedrogão Grande, afirmou que cobardia seria demitir-se. Se ela não se lembra, que pesquise na Net a história da queda da ponte de Entre Rios e a reacção do MAI de então.

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